sábado, janeiro 15, 2011
terça-feira, janeiro 11, 2011
Abre-se em mosaico.
Sobreposição, subjugação,
superexposição.
Toda aos fatos se contrai, distrai, atrai, pespontando atenção, ao todo, ao tempo todo.
Tentativa e imagem, no contorno frágil, delirado, nos detalhes soltos, nos espelhos, refrações.
A cabeça vai, o corpo faz, a luta é desigual.
Não há parte inteira, não há fim expresso, não há vida em foco, menos, mais.
Fez-se aos cantos, cacos, cena louca, riscos fartos, rasgos de ilusão.
Rede e poesia, vai e vem.
Formas sob as condições do tempo.
Feita com sereno, flor.
Feita com calor e pele.
Feita pelo ar, com as vestes do varal.
Feita com amor e vida, pontual.
quinta-feira, janeiro 06, 2011
Un comentário no blog de um amigo, tornou-se esta "Conclusão Temporária"
Qual é a pergunta?
A resposta?
Trânsito lento à meia-noite.
Não há carros parados à frente. Mas insiste o sinal.
O tempo.
Fico de verde com um jeito vermelho de erro nas mãos.
Amarelo.
Amanhã ou depois serei o que espero.
Amanhã.
Ou como Pessoa, depois de amanhã.
quarta-feira, dezembro 29, 2010
terça-feira, dezembro 28, 2010
Conto que fiz agora...
Esta foi uma paisagem recente no meu Facebook.
A foto de uma árvore publicada pela amiga, ex-colega de Faculdade, que desencadeou uma troca que mexeu com a nossa memória afetiva.
Ao lado da fotografia da árvore, Francisca escreveu:
Francisca Sampaio Querida amiga, é bom saber que o tempo não leva embora nossas afinidades. Que continuamos próximas no tempo e fora do tempo. Acreditando na poética aventura de ser! Feliz natal! Que venha 2011, desafinando os conformismos, inaugurando mais uma vez nossa ilimitada esperança na palavra, palavra. Abraços, muitos abraços de bem dizer.
Rosângela Monnerat O tempo não leva embora o que veio pra ficar. Benditas palavras.
Rosângela Monnerat
A Árvore da Palavra não sabia esconder seus frutos. Tornava sua flor um prenúncio tão claro, que seu fruto era fadado a crescer com expressão. E o fruto, a fruta, a palavra mais rubra, não esquecia de provar sabor. A palavra era amor, sempre amor, em muitas outras palavras.
(Conto que fiz agora)
Bj!
(Conto que fiz agora)
Bj!
quarta-feira, dezembro 01, 2010
A busca
Passei adiante
atravessei o medo com passos de refém
e me escondi além do que queria
Só então, mergulhei
na exatidão de quem não sabia mais
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Foi na FAFICH, da Carangola. Nomeei como Árvore da Palavra.